Na mídia OOH e DOOH, estar presente na cidade é importante. Mas estar no lugar certo é o que pode fazer a comunicação chegar às pessoas certas.
Uma clínica, uma academia, uma escola ou um comércio possuem públicos, rotinas e momentos de consumo diferentes. Por isso, a escolha do ponto de mídia não deve acontecer apenas com base em onde existe um painel disponível.
O ponto precisa conversar com o público
Imagine uma academia que quer atrair novos alunos.
Faz sentido estar presente em regiões onde existe circulação frequente de pessoas que trabalham, moram ou passam diariamente próximas ao estabelecimento. A comunicação pode acompanhar esse público durante sua rotina e reforçar a lembrança da marca.
Já uma clínica pode ter uma estratégia diferente. Dependendo do serviço oferecido, a proximidade com determinados bairros, centros comerciais, hospitais, consultórios ou vias de grande circulação pode ser mais relevante.
Para uma escola, por exemplo, a rotina das famílias importa. Pontos próximos a regiões residenciais, corredores de deslocamento e locais frequentados pelos pais podem fazer parte de uma estratégia específica.
No comércio, a localização pode assumir ainda outro papel: colocar a marca no caminho de quem tem potencial de visitar a loja.
Não existe um único ponto ideal
É comum pensar que mídia exterior funciona apenas quando está em um local de grande movimento.
O volume de circulação é importante, mas não é o único fator.
Também é preciso considerar:
- Quem circula pelo local?
- Em quais horários essas pessoas passam?
- Qual é o motivo daquele deslocamento?
- O público está próximo do estabelecimento?
- Quanto tempo a mensagem permanece visível?
- Existe frequência suficiente para gerar reconhecimento?
Um ponto pode ter grande fluxo e, ainda assim, não conversar diretamente com o público que uma determinada empresa deseja alcançar.
Estratégia começa antes da escolha do painel
Por isso, uma campanha de OOH ou DOOH começa muito antes da arte aparecer na tela.
Primeiro, é necessário entender o negócio, o público e o objetivo da comunicação.
Depois, cruzar essas informações com os pontos disponíveis e com o comportamento de circulação da região.
A pergunta não deveria ser apenas “onde tem mídia?”.
A pergunta é:
“Onde meu público está e em quais momentos minha marca precisa aparecer?”
A mídia acompanha a rotina da cidade
Essa é uma das características mais relevantes da mídia exterior.
Ela não depende de uma pessoa abrir um aplicativo ou procurar ativamente por uma marca. A comunicação pode fazer parte do caminho cotidiano do público.
No trajeto para o trabalho.
Na ida para a academia.
No caminho da escola.
Durante uma ida ao comércio.
Em uma região que a pessoa frequenta todos os dias.
Com planejamento, diferentes pontos podem trabalhar juntos para aumentar a presença da marca e criar repetição ao longo da rotina.
Cada negócio pede uma estratégia diferente
Uma campanha eficiente não precisa simplesmente ocupar um espaço.
Ela precisa ocupar um espaço que faça sentido para o objetivo da marca.
Clínicas, academias, escolas e comércios podem utilizar OOH e DOOH, mas a estratégia de localização, frequência e mensagem pode ser diferente para cada um.
Porque não basta aparecer. É preciso aparecer para as pessoas certas, no lugar certo e no momento certo.
Imagem para a capa do blog
Para este artigo, eu usaria a imagem que você acabou de enviar.
Ela funciona muito bem como capa porque mostra exatamente o conceito do texto: uma academia utilizando uma tela digital para se comunicar com seu público.
Eu colocaria como título da capa:
Clínica, academia, escola ou comércio:
cada negócio pede um ponto diferente.
E manteria a imagem praticamente limpa, sem o texto grande que está sobre a foto atualmente. A própria tela com o anúncio da clínica já ajuda a contextualizar o assunto.

